quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Ó FortunaÉs como a luaMutável
Sempre cresces
Ou diminuisA detestável vida
Ora oprimeE ora Cura
Para brincar com a menteMiséria
Poder
Ela os funde como geloSorte monstruosa
E vazia
Tu, roda volúvel
És máVã e a felicidade
Sempre dissolúvel
NebulosaE velada
Também a mim contagias
Agora por brincadeira
O dorso nuEntrego à tua perversidade
A sorte na saúde
E virtudeAgora me é contrária
Dá E tiraMantendo sempre escravizado
Nessa horaSem demora
Tange a corda vibrante
Porque a sorteAbate o forteChorai todos comigo!

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